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Sol torna água de bebedouro imprópria para consumo no ponto final Caxias–Barra

Duque de Caxias — Usuários do transporte público que utilizam o ponto final da linha Caxias–Barra enfrentam um problema simples, porém recorrente: a água do bebedouro instalado ao lado do banheiro químico tem saído quente, especialmente nos horários de maior incidência solar. A situação tem gerado reclamações e levado passageiros a evitar o consumo no local.
De acordo com relatos, o bebedouro permanece totalmente exposto ao sol, o que aquece a estrutura e a tubulação. Com o calor intenso, a água se torna inadequada para matar a sede, contrariando a finalidade do equipamento, que deveria garantir hidratação básica aos usuários enquanto aguardam o transporte.
“Com o sol batendo diretamente no bebedouro, fica impossível beber água. A gente chega cansado e precisa se hidratar, mas a água sai quente”, afirma um passageiro que utiliza o ponto diariamente.
Diante do problema, usuários solicitam à Prefeitura de Duque de Caxias que adote providências, como a instalação de uma cobertura contra o sol ou outra solução técnica que assegure água em temperatura adequada. Medidas simples podem melhorar significativamente o conforto e a saúde de quem depende do transporte público.
A população espera que o pedido seja analisado com atenção, uma vez que o acesso à água potável é essencial, sobretudo em dias de calor intenso. A adoção de uma solução rápida evitaria o desperdício de um equipamento público e garantiria melhores condições aos passageiros do terminal.

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Denúncia obriga prefeitura a agir e instalar banheiro público aguardado há anos em Duque de Caxias

Foi instalado recentemente o primeiro banheiro público no ponto final da linha Barra, ao lado da estação de trem de Duque de Caxias — uma obra aguardada por anos por trabalhadores e usuários do transporte coletivo. A iniciativa da prefeitura surge apenas após denúncia feita pelo diretor do sindicato dos rodoviários de Duque de Caxias e Magé, Waldeck Lira, que apontou a ausência de estrutura sanitária no local, o acúmulo de lixo e condições insalubres para os rodoviários e para os usuários do transporte.

Segundo relatos, o executivo anunciou intervenções emergenciais depois que Waldeck Lira levou o problema à visibilidade pública, o que obrigou a gestão municipal a agir. O novo banheiro, embora simples, marca um avanço real na infraestrutura do transporte, com impacto direto no conforto e na dignidade de quem trabalha ou espera ônibus no local.

Apesar da inauguração do equipamento, segue o desafio de garantir fiscalização e manutenção constante — papel que Waldeck Lira afirma acompanhar de perto. A instalação reforça a importância da mobilização cidadã e da atuação sindical para que demandas básicas, como saneamento e infraestrutura, deixem de ser negligenciadas pela administração pública.

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Café com Política Empresarial promove diálogo entre líderes e poder público no Rio de Janeiro

Café com Política Empresarial promove diálogo entre líderes e poder público no Rio de Janeiro

Na manhã do dia 7 de novembro, o Shopping Via Parque, no Cinema Kinoplex, na Barra da Tijuca (RJ), foi palco do evento “Café com Política Empresarial”, uma iniciativa idealizada pelo Coronel Alex Alves, empresário visionário que entende profundamente a interligação entre o universo político e o impacto direto das decisões públicas na economia e na sociedade.

Com o propósito de aproximar o meio empresarial da esfera política e estimular debates produtivos sobre o cenário econômico brasileiro, o encontro reuniu empresários, gestores e representantes políticos em um ambiente de troca de ideias, networking e aprendizado estratégico.

Waldeck Lira diretor do sindicato dos rodoviários de Duque de caxias e Magé
Renato Araújo empresário da construção civil.



O evento contou com palestras inspiradoras ministradas por nomes de destaque nacional:

André Portugal, ex-prefeito de Miguel Pereira, abordou os desafios e oportunidades da gestão pública moderna e sua influência no desenvolvimento regional;

Joy Britts, doutora em Ciência Comportamental e estrategista em Plantando Poder, destacou a importância da inteligência emocional e da liderança consciente na construção de empresas mais sólidas e humanas;

Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia, trouxe uma análise aprofundada sobre o cenário econômico e energético do Brasil, destacando os impactos das políticas públicas na competitividade empresarial;

Alyson Ramos, empresário e líder no setor privado, compartilhou experiências sobre empreendedorismo, inovação e gestão de resultados;

Jaqueline Bazani, executiva de alta performance, trouxe reflexões sobre carreira, performance e o papel da mulher nos negócios;

E Renato Araújo, empresário reconhecido por sua trajetória de sucesso, complementou o painel com insights sobre liderança e crescimento sustentável.


Durante o “Café com Política Empresarial”, os participantes puderam debater tendências, desafios e oportunidades que envolvem tanto o ambiente corporativo quanto o cenário político atual, fortalecendo conexões e fomentando novas parcerias estratégicas.

Segundo o idealizador Coronel Alex Alves, o encontro foi pensado para “criar pontes entre quem produz e quem decide”, mostrando que a prosperidade empresarial e o desenvolvimento social caminham lado a lado com políticas públicas bem estruturadas e com o diálogo entre os setores.

O sucesso do evento reafirma o papel do “Café com Política Empresarial” como um espaço de reflexão, conexão e inspiração, consolidando-se como uma iniciativa relevante para formar lideranças mais conscientes e participativas no futuro do país.

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Megaoperações no RJ expõem ausência de políticas públicas eficazes para prevenção ao tráfico e inclusão de jovens

A mais recente megaoperação policial nas comunidades do Rio de Janeiro reacendeu o debate sobre a ausência de políticas públicas que combatam a raiz da violência urbana: a falta de oportunidades para os jovens das favelas. Enquanto helicópteros sobrevoam comunidades e tropas cercam morros em busca de criminosos, especialistas, moradores e ativistas sociais questionam: onde estão os projetos de prevenção e inclusão?

A realidade nas comunidades cariocas segue marcada por desigualdade, abandono e ausência de serviços públicos. Jovens com potencial para estudar, trabalhar e contribuir com a sociedade muitas vezes veem no tráfico a única alternativa de sobrevivência — não por escolha, mas por falta de opções.

Até o momento, o governo do estado não apresentou nenhum plano social complementar às operações. A segurança pública, mais uma vez, é tratada como sinônimo exclusivo de repressão — sem diálogo, sem prevenção, sem futuro.

Para muitos, a repressão armada sem investimentos sociais é um modelo falido, que apenas enxuga gelo. A ocupação temporária de favelas, como ocorreu durante o programa das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), não veio acompanhada de políticas de cidadania, cursos profissionalizantes, aulas de idiomas, cultura ou incentivo ao esporte. O resultado foi previsível: as comunidades voltaram ao controle do crime, e os jovens continuam sendo alvos fáceis do tráfico.

“Não basta colocar a polícia no morro. É preciso colocar o Estado. É preciso oferecer dignidade, educação, lazer e perspectiva de futuro”, afirma um educador social da Zona Norte.

A ausência de um plano estratégico de prevenção ao tráfico de drogas reflete uma política pública míope, que ignora a importância de atuar na base. Um projeto eficaz, segundo especialistas, incluiria ações permanentes de:
– Formação técnica e profissional;
– Ensino de idiomas;
– Apoio psicológico;
– Acesso à cultura e esporte;
– Melhoria na infraestrutura urbana.

Enquanto isso não acontece, as comunidades continuam sendo tratadas como zonas de guerra, e seus moradores, como invisíveis. “O combate ao tráfico só será eficaz quando o jovem da favela puder sonhar com outro caminho que não seja o fuzil”, resume um líder comunitário.

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Após denúncia de diretor sindical, Prefeitura de Duque de Caxias inicia obras no ponto final do ônibus Barra

A Prefeitura de Duque de Caxias iniciou obras de melhorias no ponto final da linha de ônibus Barra, após denúncia feita pelo diretor do Sindicato dos Rodoviários, Waldeck Lira. O local, segundo o sindicalista, apresentava condições insalubres, com forte odor de urina e fezes, lixo acumulado e estrutura degradada, prejudicando tanto os profissionais do transporte quanto os passageiros.

A denúncia foi feita publicamente por Waldeck Lira no próprio ponto final, o que repercutiu entre trabalhadores, moradores do município e usuários do transporte na região. A exposição do problema gerou mobilização e levou o prefeito Netinho Reis a visitar pessoalmente o local.

Após a visita, a Prefeitura anunciou intervenções emergenciais, incluindo limpeza, manutenção da estrutura e requalificação do espaço para oferecer mais dignidade aos rodoviários e à população usuária do transporte público.

“É importante reconhecer que a mobilização de um sindicalista de coragem, Waldeck Lira em denunciar foram fundamentais para que a gestão municipal se movimentasse. Se não fosse a pressão pública, esse problema seguiria invisível”, comentou um motorista da linha.

A situação evidencia a força da atuação cidadã de um dirigente sindical e da denúncia pública como ferramentas de transformação, além de cobrar do poder público ações concretas e permanentes para os pontos de apoio dos trabalhadores do transporte.

A Prefeitura não informou prazo para conclusão das obras, mas o local já passa por intervenções iniciais. Waldeck Lira afirma que continuará fiscalizando o andamento e cobrando soluções definitivas.

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Unidade de saúde no bairro Vila Ideal não atende moradores de bairros vizinhos, forçando idosos e pessoas com deficiência a buscarem atendimento longe de casa

A Clínica da Família José Bezerra da Silva, localizada no bairro Vila Ideal, em Duque de Caxias, tem sido alvo de críticas por parte de moradores do bairro Parque Vila Nova. O motivo é a restrição de atendimento imposta pela unidade, que atende exclusivamente moradores da região onde está instalada, deixando de fora pessoas de bairros vizinhos — mesmo quando precisam de atendimentos básicos e urgentes.

A situação tem afetado principalmente idosos, pessoas com deficiência física e famílias de baixa renda que não conseguem se deslocar com facilidade até outras unidades de saúde do município. Moradores do Parque Vila Nova relatam que, mesmo residindo a poucos minutos da unidade, são orientados a buscar atendimento em bairros mais distantes, como Jardim Anhangá, Saracuruna ou Pilar.
Essa limitação se baseia no modelo nacional de “territorialização” do atendimento das Clínicas da Família, adotado no Brasil dentro da Estratégia de Saúde da Família (ESF). Segundo este modelo, cada unidade atende apenas moradores de sua área de abrangência definida previamente pela Secretaria Municipal de Saúde, priorizando o vínculo territorial.

No entanto, especialistas em saúde pública e lideranças comunitárias têm criticado a rigidez desse formato, especialmente em regiões urbanas densamente povoadas, como é o caso de Duque de Caxias. “O que era pra facilitar o acesso à saúde tem feito o oposto. Se a pessoa está doente e tem uma clínica próxima, deveria ser atendida. A lógica do território está sendo usada como barreira, e não como proteção”, disse um agente de saúde que pediu anonimato.

Além da limitação de acesso, moradores denunciam a falta de transparência e comunicação sobre os critérios de atendimento das unidades. Muitas vezes, só descobrem que não serão atendidos após horas de espera na fila ou após serem orientados por funcionários a procurar outras unidades — sem qualquer garantia de que haverá vaga ou estrutura adequada.

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Inauguração de nova Clínica da Família em Duque de Caxias levanta questionamentos sobre indicações políticas

A nova Clínica da Família José Bezerra da Silva, localizada no bairro Vila Ideal, em *Duque de Caxias*, foi inaugurada no dia 9 de agosto de 2025, às 10h. A cerimônia contou com a presença de autoridades locais e marcou a entrega de mais um equipamento público voltado à saúde da população da Baixada Fluminense.

Apesar do clima de comemoração, surgiram críticas e questionamentos sobre o processo de contratação de profissionais para a nova unidade. Segundo informações obtidas por fontes locais, antes mesmo da inauguração oficial já havia promessas de emprego feitas a pessoas indicadas politicamente, algumas delas sem qualificação técnica adequada para as funções a serem desempenhadas.

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Confusão na Secretaria de Cultura: mudança de prédio causa prejuízos a  grupo artístico.

A Secretaria de Cultura e Turismo de Duque de Caxias enfrenta críticas e polêmicas após a troca repentina de sua sede. A antiga sede foi desocupada, e segundo informações apuradas, a decisão teria partido da esposa do prefeito Netinho, que teria solicitado a liberação do espaço.

Com a saída forçada, a Secretaria passou a ocupar o prédio da Biblioteca Municipal, local onde funcionavam também grupos culturais e artísticos. A mudança, no entanto, gerou tensão e desorganização. A sala anteriormente utilizada por um grupo artístico foi desocupada, e os itens do grupo — entre eles cenários, figurinos e equipamentos de alto valor — foram transferidos inicialmente para um depósito.
A situação se agravou quando, posteriormente, o depósito também foi esvaziado. As peças do grupo artístico foram então colocadas em um corredor, sem qualquer cuidado ou proteção, colocando em risco materiais considerados essenciais para as atividades do grupo. O episódio tem sido classificado por artistas locais como um reflexo da “bagunça na gestão da Secretaria de Cultura e Turismo”.

A comunidade artística cobra esclarecimentos da Prefeitura e da Secretaria sobre os critérios da realocação, bem como a responsabilidade pela integridade dos bens culturais atingidos. Até o momento, a administração municipal não se pronunciou oficialmente sobre o caso.